31 março 2009

Formiga e Cigarra - Versão Moderna

Gostei muito dessa nova versão! Dá o que pensar...

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome "sempre".

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu:
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de vison.

E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?

E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas ! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari?

E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?

- Desejo sim. Se você encontrar o La Fontaine (autor da fábula original) por lá, manda ele ir para a puta que o pariu!!!

Moral da História:
"Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão. Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é unica!! Se você não encontrar sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e vá ser feliz!"

Desconheço o autor desta "Fábula Moderna"

25 março 2009

A Mulher e o Machado!

Um dia uma dona de casa, buscava gravetos para o fogão a lenha, a fim de fazer o almoço para sua família, cortando o galho de uma árvore já tombada do lado de um rio, mas seu machado caiu dentro do rio.

A mulher suplica a Deus que lhe aparece e pergunta:
- Por quê você está chorando?

A mulher responde que seu machado havia caído no rio. E Deus entra no rio do qual tira um machado de ouro e pergunta:
- E este seu machado?

A nobre mulher responde:
- Não Deus, não é esse.

Deus entra novamente no rio e desta vez tira um machado de prata:
- E este é seu?
- Também não, responde a dona de casa.

Deus volta ao rio e tira um machado de madeira e pergunta:
- É este teu machado?
- Sim!, responde a nobilíssima mulher.

Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e a mandou de volta para casa dando-lhe os três machados de presente.

Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam passeando nos campos quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher então, suplica a Deus que aparece e pergunta:
- Mulher, por que você está chorando?

A mulher responde que seu esposo caiu no rio, e imediatamente Deus mergulha e tira o "Marcio Garcia da novela das 8" do rio, e pergunta:
- É este seu marido?
- Sim, sim!, responde a mulher, e Deus se enfurece.
- Mulher mentirosa!!!, exclama.

Mas a mulher rapidamente se explica:
- Deus, me perdoe, foi um mal entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria Gianechini do rio, depois se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria meu marido, e quando eu dissesse 'sim' o Senhor mandaria eu ficar com os três. Mas eu sou uma humilde mulher e não poderia cometer trigamia... Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles.

E Deus achou justo, e a perdoou.

Moral da historia: Mulher mente de um jeito que até Deus acredita!!!

24 março 2009

Ah, as mulheres

Certo dia, parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas... Pare para refletir sobre o sexto sentido. Alguém duvida que ele exista? E, como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que da em cima de você?

E, quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de janeiro, 40ºC, você vai pegar um avião para São Paulo. Só meia hora de vôo. Ela fala para você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece? O avião fica preso em terra por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de
decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!

E a comunicação direta com Deus! Assim é muito fácil... As mulheres são mães! E preparam, literalmente, gente dentro de si. Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal? E, não satisfeitas em gerar a vida, elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.

As mulheres choram ou vazam? Ou extravasam? Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres tem um não sei que não quer chorar, um não
sei que de fragilidade, um não sei que de amor, um não sei que de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens... É choro feminino. É choro de mulher...

Já viram como as mulheres conversam com os olhos? E é com um dos milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens. En-fei-ti-çam! O amor leva as mulheres para perto de Deus... Já que ele é o próprio amor. Por isso, dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas. É sabido que as mulheres confundem sexo e amor. E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida. Pena que eles nunca verão as mulheres - anjos que tem ao lado.

Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo. Mas elas são anjos depois do sexo - amor. E, nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos. E levitam. Algumas até voam. Mas os homens não sabem disso. E nem poderiam. Porque são tomados por um encantamento que os faz dormir nessa hora...


Autoria de Luís Fernando Veríssimo

19 março 2009

Uma tese é uma tese

MARIO PRATA

Sabe tese, de faculdade? Aquela que defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.

As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantes assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte.

O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantes. A gente fica curioso, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre - sempre - uma decepção. Em tese. Impossível ler uma tese de cabo a rabo.

São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspecta, sisuda e compenetrada em si mesma. E nós?

Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha. Mas toda tese fica no rodapé da história. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.

Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecreta. O mundo pára, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. "Estou acabando a tese." Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta.

E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois da defesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese. O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo.

Orientados e orientandos (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser - tem de ser! - daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbonne é assim, que em Coimbra também. Na Sorbonne, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290.

Em tese (e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática.

Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão(tese grande). Ou seja, uma versão para nós, pobres teóricos ignorantes que não votamos no Apud Neto.

Ou seja, o elemento (ou a elementa) passa a vida a estudar um assunto que nos interessa e nada. Pra quê? Pra virar mestre, doutor? E daí? Se ele estudou tanto aquilo, acho impossível que ele não queira que a gente saiba a que conclusões chegou. Mas jamais saberemos onde fica o bicho da goiaba quando não é tempo de goiaba. No bolso do Apud Neto?

Tem gente que vai para os Estados Unidos, para a Europa, para terminar a tese. Vão lá nas fontes. Descobrem maravilhas. E a gente não fica sabendo de nada. Só aqueles sisudos da banca. E o cara dá logo um dez com louvor. Louvor para quem? Que exaltação, que encômio é isso?

E tem mais: as bolsas para os que defendem as teses são uma pobreza.

Tem viagens, compra de livros caros, horas na Internet da vida, separações, pensão para os filhos que a mulher levou embora. É, defender uma tese é mesmo um voto de pobreza, já diria São Francisco de Assis. Em tese.

Tenho um casal de amigos que há uns dez anos prepara suas teses. Cada um, uma. Dia desses a filha, de 10 anos, no café da manhã, ameaçou:
- Não vou mais estudar! Não vou mais na escola.

Os dois pararam - momentaneamente - de pensar nas teses.
- O quê? Pirou?

- Quero estudar mais não. Olha vocês dois. Não fazem mais nada na vida. É só a tese, a tese, a tese. Não pode comprar bicicleta por causa da tese. A gente não pode ir para a praia por causa da tese. Tudo é pra quando acabar a tese. Até trocar o pano do sofá. Se eu estudar vou acabar numa tese. Quero estudar mais não. Não me deixam nem mexer mais no computador. Vocês acham mesmo que eu vou deletar a tese de vocês?

Pensando bem, até que não é uma má idéia!

Quando é que alguém vai ter a prática idéia de escrever uma tese sobre a tese? Ou uma outra sobre a vida nos rodapés da história?

Acho que seria uma tesão.

06 março 2009

Seguro de Automóvel

Vocês sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável...

Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões que fazem a Fiesta, nessa Honda de assaltos!!!

A Marea está Brava! Quem não segura o seu automóvel pode se Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Ranger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando: - Kadett meu carro?

Faz a maior Siena e fica Palio de nervoso! Aí, vai rezar um terço para Santana ajudar... Mas isto não Elbastante para ter seu carro de volta!

Seguro é o Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver, sem ficar com cara de Besta no final! O seguro é um Prêmio para quem o faz! Tempra todo veículo. Tem Parati também. E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas Variantes... Afinal, Quantum mais opções, melhor!

Você vai ver que o nosso seguro é legal as Pampa. Por isso, ele oFusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accord. E se você quiser TL não deixe o prazo Passat! Monza obra! Venha Logus! Estamos Kombinados? Espero seu contato...

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Com nosso seguro, você pode passar um Weekend tranqüilo, fazendo um Céu pela praia de Ipanema que, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia de Eclipse você não terá problema. Temos nossa Suprema garantia de pagamento em prazo recorde!!!

Não precisa D20 dias, como outros que tem por aí... Hoje mesmo estamos pagando um seguro de um roubo que ocorreu A10 dias, S10se, nós pagaríamos antes até!!! Você pode estar em qualquer lugar, de um Polo ao outro, que nós damos a assistência que precisar!!!

E só Scania os documentos e mandar por e-mail mesmo! Faça seguro! É Clarus que é bom! Boa Voyage e Pointer final.

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04 março 2009

Sakiro Suzuki

No 1º dia de aulas numa escola secundaria dos EUA a professora apresentou aos alunos um novo colega:
Sakiro Suzuki, do Japão.
A aula começa e a professora:
- Vamos ver quem conhece a história americana.
- Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry em 1775 na Filadélfia.
- Muito bem, Suzuki.
- E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se. '?
- Abraham Lincoln em 1863 em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
- Vocês não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
- Vai tomar no cú, japonês de merda!
- Quem foi? Grita a professora.
Suzuki levanta a mão e sem esperar responde:
- General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembléia Geral da Chrysler.
A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
A professora grita: - Quem foi?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, em Tókio, em 1991.
Um dos alunos grita:
- Chupa o meu pau!
E a professora irritada! Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno se levanta e grita: - Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor, que diz:
- Que merda é essa? Nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Lula para o ministro da Aeronáutica, a respeito do caos aéreo em Dez/2006, Brasília.
E outro aluno, num sussurro que ecoou: - Ihhh... Agora fudeu de vez!
Suzuki:
- Lula de novo, após a queda do avião da TAM.
O diretor fica estarrecido com a petulância do japonês e da euforia da turma e diz:
- Cambada de viadinhos, filhos das putas, vocês tem que virar homens de verdade!
Suzuki:
- Renato Gaúcho para o time do Vasco depois do rebaixamento.